A Depressão é uma doença que se trata


 

 

Guia para doentes e familiares

 

 

Serafim Carvalho

Assistente Graduado de Psiquiatria, Hospital Magalhães Lemos, Porto

José Manuel Jara

Psiquiatra-Chefe de Serviço, Hospital de Júlio de Matos, Lisboa

Inês Bandeira Cunha

Assistente Hospitalar de Psiquiatria, Hospital de Júlio de Matos, Lisboa

 

Este texto foi feito a pensar não só nas pessoas que sofrem de depressão, mas também em todos os que com elas convivem.

A depressão é uma doença. É necessário reconhecê-la e procurar ajuda médica para que o seu tratamento se inicie precocemente. Apresenta-se como uma afecção recorrente e frequentemente crónica, necessitando para o seu controlo, terapêutica médica durante vários anos por vezes.

É de suma importância que as pessoas com esta doença, assim como os seus familiares e amigos, conheçam a sua gravidade, saibam as terapêuticas disponíveis e como procurar ajuda.

 

Serafim Carvalho

Porto 01 de Novembro de 2012

 

 

1. O que é a depressão?

2. Qual a frequência da doença?

3. Causas da depressão

4. O que fazer?

5. Tratamento

6. Terapêutica com medicamentos antidepressivos

• Diferenças entre os antidepressivos

• Os antidepressivos são drogas?

• Quanto tempo demora os antidepressivos a actuar?

• Que sintomas os antidepressivos melhoram?

• Em que doses se tomam os antidepressivos?

• Os antidepressivos são sempre eficazes?

7. Electroconvulsioterapia

8. Apoio psicológico

9. Frases que NÃO SE DEVEM DIZER a uma pessoa deprimida

10. Frases de apoio ao doente deprimido

 

1. O que é a depressão?

A depressão é uma perturbação do humor que atinge a esfera dos interesses, da vontade, da capacidade cognitiva e a regulação dos instintos. Não deve ser confundida com sentimentos de alguma tristeza (o “estar em baixo” ou “desmoralizado”) geralmente em resposta a acontecimentos marcantes da vida, que passam com o tempo e que, geralmente, não impedem a pessoa de ter uma vida normal.

 

Na depressão, os sintomas tendem a persistir durante um certo tempo e podem agrupar-se de forma variável em cada doente, sendo os mais frequentes os seguintes:

 

    Sentimentos de tristeza, vazio e aborrecimento;

    Sensações de irritabilidade, tensão ou agitação;

    Sensações de aflição, preocupação contudo, receios infundados, insegurança e medos;

    Diminuição da energia, fadiga e lentidão;

    Perda de interesse e prazer nas actividades diárias;

    Perturbações do apetite, do sono, do desejo sexual, e variações significativas do peso (mais frequentemente no sentido da diminuição podendo contudo ocorrer aumento);

    Pessimismo e perda de esperança;

    Sentimentos de culpa, de auto-desvalorização e ruína, que podem atingir uma dimensão delirante (sem fundamento real);

    Alterações da concentração, memória e raciocínio;

    Sintomas físicos não devidos a outra doença (dores de cabeça, perturbações digestivas, dor crónica, mal estar geral);

    Ideias de morte e tentativas de suicídio. 

 

Exemplos

“Não ligo a nada, nada, nada... nada me alegra, sem gosto, nem de me arranjar, nem de sair, nada... não tenho vontade de fazer a minha vida”

“Fastio, desencanto, aborrecimento...”

“Não tenho alegria nenhuma, tanta tristeza... não tenho mais cura... quero morrer, andar neste mundo não dá interesse nenhum.”

“Estou cansado, muito cansado... não faço nada de jeito...”

“Sinto a cabeça oca, sinto-me empedernida, comprimida, um aperto grande por toda a cabeça.”

“A minha cabeça está fraca, a memória está gasta...”

“Choro sozinha, outras vezes é um aperto que não me deixa chorar...”

 

Estes sintomas perturbam significativamente o rendimento no trabalho, a vida familiar e o simples existir da pessoa doente, que sofre intensamente.

Há diferentes formas e graus de gravidade de depressão.

Em alguns casos, geralmente graves, os sintomas podem surgir sem relação aparente com acontecimentos traumáticos da vida, sob forma de episódios que perduram por vários meses. Muitas vezes os episódios repetem-se ao longo da vida.

Noutros casos, a intensidade dos sintomas é menor, os doentes vão conseguindo trabalhar, mas permanecem com uma sensação de fadiga, tristeza, desinteresse e tensão, que se arrasta durante anos.

Por vezes, a pessoa não se sente triste, manifestando-se, então, a depressão por sintomas, como a fadiga, dores várias, pressão no peito, insónia, perturbações gastrointestinais (náuseas, vómitos, diarreia, etc.), o que leva o doente a pensar que sofre de outra doença, dificultando o diagnóstico.

Algumas depressões, aparecem inseridas numa doença conhecida por Doença Bipolar, na qual os doentes têm episódios depressivos, em alternância com períodos de excitação e euforia fora do normal. Nas fases eufóricas, a auto-estima dos doentes está engrandecida e existe certa perda de noção da realidade, que pode levar a pessoa doente a fazer gastos excessivos e a iniciar negócios incomportáveis.

A depressão é diagnosticada, considerando o todo da pessoa, no sentido físico, psicológico e social.

Convém ter presente que os sintomas depressivos podem fazer parte do quadro de outras doenças (Doença de Parkinson, Doenças da Tiróide, Supra-renal e outras); resultar do uso de certas substâncias (álcool e outras drogas) e de alguns medicamentos (para a tensão arterial, hormonas e outros).

Por isso o médico investiga não só os acontecimentos traumáticos da vida do doente, mas também os medicamentos que este está a tomar, e a existência de outras habitualmente associadas à depressão. Uma boa parte dos doentes com doenças crónica (i.e. osteo-articulares, da pele ou cardiovasculares), podem vir a sofrer de depressão.

Certos períodos da vida, como a adolescência e a senescência podem facilitar o desencadeamento de crises depressivas. Na mulher o período pós-parto e a menopausa predispõem à depressão. Há casos em que a depressão está associada às estações do ano.

 

2. Qual a frequência da doença?

 

A depressão é uma doença que afecta o ser humano em todas as idades. Ao longo da vida 25% das mulheres e 10% dos homens vêm a sofrer de depressão. Em cada momento cerca de 6% da população Portuguesa sofre de depressão.

 

3. Causas da Depressão

 

Existe uma predisposição hereditária para alguns tipos de depressão, embora não se conheçam ainda as formas precisas dessa transmissão. Sabe-se, por exemplo, que em certas depressão, gémeos de doentes separados à nascença, têm cerca de 70% a 80% de probabilidades de vir a ter a doença, mesmo tendo vivido num ambiente diferente.

Os conhecimentos actuais da medicina, permitem evidenciar a existência de alterações em algumas substâncias cerebrais na depressão (neurotransmissores i.e.. serotonina, noradrenalina ou dopamina).

Os acontecimentos traumáticos da vida contribuem também para o aparecimento da depressão. Problemas familiares, o stress diário, a morte de alguém próximo, as doenças, uma crise financeira, conflitos prolongados, podem funcionar como precipitantes ou facilitadores de episódios depressivos.

O tipo de personalidade e o estilo do indivíduo para lidar com os acontecimentos da vida, podem também correlacionar-se com uma maior predisposição para crises depressivas.

 

4. O que fazer?

Infelizmente, a Doença Depressiva, não sendo reconhecida pelo próprio como doença, nem diagnosticada pelo médico, presta-se a que outros, incluindo a família, desvalorizem a pessoa doente como “fraco”, “incapaz”, “preguiçoso” e até “maluco. A imagem pessoal, a auto-estima, que já estão diminuídas pela doença, agravam-se ainda mais, devido a essa injusta apreciação das dificuldades impostas pela doença depressiva. Críticas como a de que o doente não tem força de vontade” e de que o que necessita é de se “distrair e não pensar tanto”, nada resolvem, aumentando a culpa e os sentimentos negativos existentes.

A possibilidade do suicídio deve estar presente na mente de quem convive ou trabalha com estes doentes. O recurso ao médico deve ser incentivado, de modo a eu possa iniciar-se um tratamento adequado o mais rapidamente possível, contribuindo assim decisivamente para atenuar aquele risco.

As ideias de suicídio são sintomas de doença que, como outros sintomas, se atenuam e desaparecem com o tratamento médico.

 

5. Tratamento

 

Existem actualmente meios para tratar as depressões:

 

    Terapêutica com medicamentos antidepressivos;

    Electroconvulsioterapia;

    Apoio psicológico. 

 

A escolha dos tratamentos é da competência do médico, estando o médico de clínica geral na primeira linha. Os médicos psiquiatras atendem os casos mais difíceis. A orientação terapêutica depende do tipo e gravidade da depressão, bem como da presença de outras doenças, medicações concomitantes e de outros factores.

A intervenção de outros técnicos, como os psicólogos, deve ser complementar à do médico.

 

6. Terapêutica com medicamentos antidepressivos

 

É o tratamento médico mais utilizado e indicado para tratar as depressões, sendo indispensável para a maioria dos doentes deprimidos.

 

Início do tratamento: É um período muito importante, que se segue ao diagnóstico da depressão. O médico selecciona o(s) medicamento(s) apropriado(s), indica as doses, informa sobre a evolução dos sintomas, disponibilizando-se para um contacto, caso seja necessário.

A motivação para o tratamento é essencial: uma interrupção precoce ou a redução das doses sem o consentimento médico resulta num fracasso do tratamento. As melhorias registam-se, em geral, após 2 a 3 semanas de tratamento contínuo.

Em casos mais complicados, quando não há apoio familiar, ou quando a gravidade da depressão assim o aconselhe, será necessário um internamento hospitalar.

Para qualquer dúvida contacte o médico.

 

Fase de manutenção: Pode durar 6 ou mais meses, dependendo da gravidade e tipo de depressão. É o período de consolidação das melhorias, consultas menos frequentes e estabilização da dose terapêutica.

 

Prevenção de recaídas: Em certos casos é necessário manter o apoio terapêutico muito mais prolongado do que o habitual, ou até de modo permanente, para evitar que a doença não se agrave ou se instale de novo.

 

É de realçar que na Doença Depressiva é mais frequente haver tendência para episódios repetitivos, sendo o episódio depressivo único a “excepção”. Se a recorrência dos episódios é frequente, justifica-se a prevenção psicofarmacológica antidepressiva.

No caso dos episódios serem Bipolares (crises de euforia alternando com períodos de depressão) a prevenção deverá ser feita com estabilizadores do humor, como o carbonato de lítio, o valproato ou a carbamazepina. Nestes casos a utilização prolongada de medicamentos antidepressivos é prejudicial, podendo ocasionar um aumento de crises.

Os fármacos antidepressivos são medicamentos cuja acção decorre no cérebro, modificando e corrigindo a transmissão neuroquímica em áreas do Sistema Nervoso que regulam o estado do humor (o que equivale para o doente deprimido, a tristeza, angústia, desinteresse, desmotivação, falta de energia, alterações do sono e do apetite e muitos outros sintomas). Os medicamentos antidepressivos não actuam quando o estado do humor é normal.

 

Diferenças entre os antidepressivos

- Os antidepressivos pertencem a grupos farmacológicos diferentes, com diferentes mecanismos de actuação no cérebro.

- Perfil de acção terapêutica diferente, sendo uns mais activadores melhorando mais a inacção, a falta de energia e lentificação), outros melhores para a angústia ou a agitação que podem ser proeminentes no quadro clínico.

- Importantes diferenças nos efeitos secundários (indesejáveis), os quais podem contra-indicar alguns dos antidepressivos em função desses efeitos adversos, tendo em conta a idade, a tolerância, outras doenças que possam coexistir com a depressão, contra-indicações formais, etc. É importante que o médico saiba de outras doenças, como, por exemplo, as cardíacas, as dos olhos, da próstata, etc. É importante dar a conhecer medicamentos que se tomem regularmente e antidepressivos que já tenham sido prescritos, e sua eficácia e respectiva tolerância.

- A diversidade das depressões, cujas causas e mecanismos são potencialmente diferentes, justifica a necessidade de diferentes grupos de antidepressivos, com diversos mecanismos de acção, pois um doente pode não melhorar com um antidepressivo e melhorar com outro. Por vezes é necessária a combinação de dois antidepressivos com diferentes mecanismos de acção.

- Os antidepressivos investigados mais recentemente caracterizam-se por terem menos efeitos anticolinérgicos (i.e. secura de boca ou obstipação) e por serem mais selectivos sobre os neurotransmissores cerebrais, mas não são mais eficazes que os primeiros, que continuam a ser muito úteis.

 

Os antidepressivos são drogas?

Não. Os antidepressivos são medicamentos que não produzem dependência, sendo a sua acção terapêutica resultante de um reequilibro da perturbação depressiva. São medicamentos que só actuam em pessoas doentes, não modificando o estado psíquico de quem não tem depressão.

 

Quanto tempo demoram os antidepressivos a actuar?

Em geral, acção terapêutica dos antidepressivos é relativamente lenta. Depois de iniciada a toma do medicamento, com a dose correcta, deve-se esperar o começo da melhoria dos sintomas de depressão ao fim de cerca de 15 dias, mas a recuperação pode tardar um mês. É importante saber esperar, confiar no médico e no tratamento.

 

Que sintomas os antidepressivos melhoram?

As depressões são muitos diferentes, tanto nos sintomas que apresentam, como na sua gravidade, evolução e reacção do doente à depressão. Há depressões muito graves, outras moderadas e leves. Há depressões de duração breve, média e longa (por vezes, crónica, tendência frequente).

O tratamento antidepressivo, correctamente prescrito pelo médico, produz, em geral, um importante alívio da maioria dos sintomas depressivos, como a tristeza, a angústia, a lentificação, a diminuição da energia, a falta de concentração, o desinteresse, as alterações do sono e do apetite, e das ideias negativas (de culpa, de auto desvalorização e de suicídio). Por vezes é útil e necessário combinar a medicação antidepressiva com medicamentos específicos para a ansiedade que com muita frequência acompanha a depressão.

 

Em que doses se tomam os antidepressivos?

A recomendação absoluta é seguir a dose prescrita pelo médico. Muitas vezes inicia-se o tratamento com uma dose mais pequena, que se eleva gradualmente até ao nível considerado terapêutico. Se se registarem no início efeitos indesejáveis, p. ex.: secura de boca, tonturas, obstipação, enjoos ou sonolência, há que informar o médico, mas isso não significa que o medicamento esteja a fazer mal. Em alguns casos, devido à intolerância produzida no início, pode ser necessário reduzir a dose ou mudar para outro antidepressivo. Não se deve esquecer que o medicamento pode levar algumas semanas até começar a aliviar a depressão. Acredita-se que os antidepressivos abaixo de uma certa dose são ineficazes, ao contrário dos tranquilizadores que têm sempre um efeito terapêutico, mesmo em doses pequenas.

Reduzir a dose sem ser por indicação médica é um erro, pois pode impedir a recuperação. Uma dose exagerada, como com a maioria dos medicamentos, é sempre perigosa.

 

Os antidepressivos são sempre eficazes?

Não. Estudos em grandes grupos de doentes com um antidepressivo isolado, revelam que só cerca de 60 a 70% dos doentes deprimidos melhoram. Por vezes um doente terá de fazer dois ou mais medicamentos antidepressivos sequencialmente, ou em combinação, e em associação com outros fármacos que potenciam os antidepressivos. Em alguns casos a depressão não cede aos antidepressivos por diversas razões, em que se inclui a coexistência de doença física, o uso de álcool ou de drogas, a gravidade dos factores psico-sociais ou tão só a não resposta da doença depressiva aos medicamentos.

Os medicamentos antidepressivos são um grupo terapêutico excepcionalmente importante no tratamento das depressões e na sua prevenção. Dada a importância individual, familiar e social das doenças depressivas, com o sofrimento que as caracteriza, a incapacidade que produzem, a incompreensão e rejeição a que muitas vezes conduzem os pacientes e o risco de suicídio, e seu tratamento guinda os medicamentos antidepressivos a um nível de importância a par de muitos outros fármacos eficazes indispensáveis para a medicina e a psiquiatria.

 

7. Electroconvulsivoterapia

 

É uma terapêutica importante e até indispensável em depressões graves com risco de suicídio, nas depressões resistentes aos antidepressivos e nas psicoses depressivas. Obriga para a sua concretização no consentimento informado do paciente ou de um familiar próximo. Os preconceitos contra este tratamento são regra geral fruto da ignorância e de medos incutidos socialmente.

 

8. Apoio psicológico

 

É ilegítimo tentar caracterizar os medicamentos antidepressivos com pílulas milagrosas ou entender que o tratamento da depressão se limita à prescrição de um medicamento. Sendo essencial a medicação, como em outras áreas da medicina, é também indispensável no acto médico a compreensão, a explicação, o apoio psicológico individual e familiar. Mais do que nas outras doenças a relação terapêutica é fundamental. Mas sem a medicação antidepressiva, para a maioria das depressões, a mais bem consumada psicoterapia é manifestamente insuficiente. Porém, existem pessoas com certos tipos de depressão que melhoram só com a psicoterapia (psicoterapia cognitivo-comportamental ou psicoterapias de grupo), e muitas outras obtêm vantagens com a associação da psicoterapia à medicação antidepressiva.

A terapia psicológica visa uma maior consciencialização da pessoa, o reforço da auto-estima e o apoio à sua acção e socialização, através da superação de atitudes, condutas e pensamentos deprimentes (negativos).

O doente não deve encarar a depressão como algo mecânico, estranho à sua pessoa. Na depressão conta muito para uma recuperação, o esforço activo do paciente que deve encarar a medicação como uma importante ajuda, mas sem ignorar também, a necessidade de modificar condutas, estilos e forma de relacionamento com os outros. Por sua vez, a família e as pessoas ao encararem o doente deprimido como um doente genuíno, podem e devem contribuir, através de um apoio activo, para a sua recuperação.

 

 

9. Frases que NÃO SE DEVEM DIZER a uma pessoa deprimida

 

“EU PENSAVA QUE TU ERAS MAIS FORTE”

“ISSO É TUDO DA TUA CABEÇA”

“TENS É QUE TER FORÇA DE VONTADE”

“DEIXA DE TE LAMENTARES”

“HÁ PESSOAS QUE ESTÃO MUITO PIOR DO QUE TU”

“TU TENS TUDO PARA SER FELIZ, PORQUE ANDAS ASSIM?”

“NÃO DEVIAS TOMAR TODOS ESSES MEDICAMENTOS”

“FAZ MAS É UMA VIAGEM”

“BEM, TODA A GENTE ESTÁ EM BAIXO DE VEZ EM QUANDO”

“PORQUE NÃO SORRIS À VIDA?”

“O MUNDO NÃO É ASSIM TÃO MAU”

“NÃO PENSES NISSO”

“É TUDO CULPA TUA”

 

 

10. Frases de apoio ao doente deprimido

 

“GOSTO MUITO DE TI”

“PODES CONTAR COMIGO PARA TE AJUDAR”

“LAMENTO QUE ESTEJAS A SOFRER, CONTA COMIGO”

“ÉS IMPORTANTE PARA MIM E O QUE SENTES TEM MUITA IMPORTÂNCIA”

“SINTO QUE ESTÁS A SOFRER MUITO, PENSO QUE UM MÉDICO TE PODERIA AJUDAR”

“O QUE ACONTECEU É UMA FASE QUE VAIS ULTRAPASSAR”

“ESTÁS OUTRA VEZ NUMA CRISE DE DEPRESSÃO QUE SE PODE TRATAR E CURAR COMO ACONTECEU NA CRISE QUE JÁ SOFRESTE”

“PRECISAS DE DESCANSAR E TENS ESSE DIREITO, PARA PODERES TRATAR-TE COMO DEVE SER”

“A VIDA HÁ-DE VOLTAR A TER SENTIDO”